{"id":8178,"date":"2020-09-24T16:40:11","date_gmt":"2020-09-24T19:40:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/?p=8178"},"modified":"2020-09-24T16:42:10","modified_gmt":"2020-09-24T19:42:10","slug":"por-que-voce-deve-parar-de-perguntar-o-salario-de-candidatos-em-entrevistas-de-emprego","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/arquivos\/8178","title":{"rendered":"Por que voc\u00ea deve parar de perguntar o sal\u00e1rio de candidatos em entrevistas de emprego"},"content":{"rendered":"<h3>A consultora de RH Jacqueline Resch explica como essa tradi\u00e7\u00e3o perpetua as disparidades salariais entre homens e mulheres.<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/RH.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-8179 aligncenter\" src=\"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/RH-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"491\" height=\"368\" srcset=\"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/RH-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/RH-135x100.jpg 135w, https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/RH.jpg 638w\" sizes=\"(max-width: 491px) 100vw, 491px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Qual o seu sal\u00e1rio atual?<\/p>\n<p>\u00c9 uma pergunta comum em entrevistas de emprego.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o deveria ser.<\/p>\n<p>H\u00e1 no mundo um crescente debate sobre o tema.<\/p>\n<p>Pesquisas recentes indicam que essa tradi\u00e7\u00e3o contribui para perpetuar as <em>disparidades salariais entre homens e mulheres.<\/em><\/p>\n<p>Um levantamento feito nos Estados Unidos conseguiu mostrar o quanto a quest\u00e3o importa.<\/p>\n<p>O estudo comparou estados onde \u00e9 proibido perguntar o hist\u00f3rico salarial de candidatos com aqueles sem a restri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nos lugares onde as empresas n\u00e3o tinham a refer\u00eancia do valor pago aos candidatos anteriormente, houve um aumento de sal\u00e1rio significativo.<\/p>\n<p>Entre os profissionais negros, a alta foi de 13%.<\/p>\n<p>J\u00e1 as mulheres conseguiram remunera\u00e7\u00e3o 8% superior.<\/p>\n<p>A mudan\u00e7a de comportamento pode parecer simples, mas muitas empresas decidem a remunera\u00e7\u00e3o de novos funcion\u00e1rios com base no sal\u00e1rio atual deles.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil imaginar um cen\u00e1rio em que uma companhia tenha uma vaga de R$ 3 mil para preencher e encontre um candidato com todas as qualifica\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias ganhando R$ 1,5 mil.<\/p>\n<p>O mais comum nesses casos \u00e9 as empresas oferecerem mais do que R$ 1,5 mil, por\u00e9m menos de R$ 3 mil.<\/p>\n<p><strong>\u201cMuitas empresas ainda pautam o sal\u00e1rio de quem entra pela \u00faltima remunera\u00e7\u00e3o, ainda que tenha definido inicialmente pagar mais. Isso atrapalha a constru\u00e7\u00e3o de culturas mais democr\u00e1ticas, colaborativas, participativas. Especialmente para negros e mulheres, que s\u00e3o grupos que historicamente ganham menos, essa pr\u00e1tica perpetua a desigualdade salarial\u201d diz a consultora de recursos humanos Jacqueline Resch.<\/strong><\/p>\n<div id=\"pub-materia-3\" class=\"adv adv-article halfpage\" data-advertising=\"0\" data-advertising-status=\"complete\" data-google-query-id=\"CP_x8afCguwCFTQFuQYdytsBeg\">\n<p id=\"google_ads_iframe_\/85042905\/edepocanegocios\/Carreira\/materia_7__container__\">Para a consultora, esse \u00e9 mais um ponto que mostra que os processos seletivos v\u00eam mudando e muito\u00a0 nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p><strong> \u201cH\u00e1 v\u00e1rias medidas que come\u00e7am a ser tomadas para eliminar muitos dos vieses que a gente tem\u201d, diz Jacqueline.<\/strong><\/p>\n<p>Nos \u00faltimos dois a tr\u00eas anos, lembra ela, o mundo corporativo come\u00e7ou a falar no recrutamento \u00e0s cegas, por exemplo.<\/p>\n<\/div>\n<p>O tema \u00e9 essencial para promover a inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong> \u201cQuando voc\u00ea parte para uma concep\u00e7\u00e3o de empresas mais colaborativas, com menos hierarquia, precisa considerar rela\u00e7\u00f5es mais democr\u00e1ticas e equitativas\u201d, diz.<\/strong><\/p>\n<p>Maior diversidade e equidade n\u00e3o s\u00f3 ajudam as organiza\u00e7\u00f5es a inovarem mais, como tamb\u00e9m t\u00eam se tornado obrigat\u00f3rios para atrair e reter talentos.<\/p>\n<p>As empresas entendem isso e hoje trabalham para fortalecer suas marcas nesse sentido.<\/p>\n<p><strong> \u201cEstamos trazendo conceitos de marketing para dentro do departamento de recursos humanos\u201d, afirma Jacqueline.<\/strong><\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre empresa e candidato, muda.<\/p>\n<p>Deixa de ser um jogo de poder e passa a ser uma rela\u00e7\u00e3o mais colaborativa.<\/p>\n<p>\u00c9 como se a empresa dissesse: <em>eu tenho uma vaga legal, preciso do seu talento.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:<\/p>\n<p>\u00c9poca neg\u00f3cios.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A consultora de RH Jacqueline Resch explica como essa tradi\u00e7\u00e3o perpetua as disparidades salariais entre homens e mulheres. &nbsp; &nbsp; Qual o seu sal\u00e1rio atual? \u00c9 uma pergunta comum em entrevistas de emprego. 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