{"id":3224,"date":"2017-03-20T10:52:52","date_gmt":"2017-03-20T13:52:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/?p=3224"},"modified":"2017-03-20T10:52:52","modified_gmt":"2017-03-20T13:52:52","slug":"10-mulheres-brasileiras-que-deveriam-ser-mais-estudadas-nas-escolas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/arquivos\/3224","title":{"rendered":"10 mulheres brasileiras que deveriam ser mais estudadas nas escolas"},"content":{"rendered":"<h3 class=\"story-body__introduction\">A hist\u00f3ria de Emmy Noether, matem\u00e1tica alem\u00e3 que desafiou as universidades em 1903 para cursar o ensino superior e que foi citada por Albert Einstein como genial por sua contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 F\u00edsica, inspirou leitores de todo mundo.<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure style=\"width: 976px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"js-image-replace\" src=\"http:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/660\/cpsprodpb\/590D\/production\/_95179722_emmie.jpg\" alt=\"Emmy Noether\" width=\"976\" height=\"549\" data-highest-encountered-width=\"660\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">A hsit\u00f3ria de Emmy Noether inspirou os leitores da BBC Brasil<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a reportagem ser citada no boletim de not\u00edcias ao vivo que a BBC Brasil transmite pelo Facebook todos os dias \u00e0s 12h45, leitores come\u00e7aram a sugerir nomes de mulheres que deveriam ser estudadas com mais \u00eanfase nas escolas.<\/p>\n<p>Entre as diversas sugest\u00f5es, que inclu\u00edram personalidades como a mexicana Frida Kahlo, selecionamos dez brasileiras para destacar e relembrar a contribui\u00e7\u00e3o delas para a nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>As trajet\u00f3rias s\u00e3o muito diferentes entre si, assim como as \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o: da m\u00fasica \u00e0 pol\u00edtica, das artes pl\u00e1sticas \u00e0 dedica\u00e7\u00e3o religiosa. O que quase todas t\u00eam em comum foi a luta por reconhecimento e pelos direitos da mulher.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\"><\/h2>\n<h4 class=\"story-body__crosshead\"><strong>1. Cora Coralina<\/strong><\/h4>\n<figure style=\"width: 976px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"http:\/\/ichef-1.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/15EBB\/production\/_95178798_955554-07042015-cora20coralina-8657-2.jpg\" alt=\"Busto de Cora Coralina em Goi\u00e1s\" width=\"976\" height=\"549\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Cora Coralina era doceira e poetisa<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Apesar de ser considerada uma das poetisas mais importantes da literatura brasileira, Cora Coralina, pseud\u00f4nimo de Anna Lins dos Guimar\u00e3es Peixoto Bretas, s\u00f3 publicou o primeiro livro, <i>Poemas dos Becos de Goi\u00e1s e Est\u00f3rias Mais<\/i>, aos 76 anos.<\/p>\n<p>Antes disso, criou quatro filhos trabalhando como doceira ap\u00f3s a morte do marido e n\u00e3o chegou a terminar o ensino fundamental.<\/p>\n<p>Cora ficou conhecida por escrever sobre a cidade de Goi\u00e1s e, embora n\u00e3o falasse sobre a quest\u00e3o de g\u00eanero na sua obra, \u00e9 considerada por especialistas como uma escritora pioneira e libert\u00e1ria que enfrentou os preconceitos da sociedade para mostrar a contribui\u00e7\u00e3o das mulheres.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\"><\/h2>\n<h4 class=\"story-body__crosshead\"><strong>2. Irm\u00e3 Dulce<\/strong><\/h4>\n<figure style=\"width: 976px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"http:\/\/ichef-1.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/6461\/production\/_95179652_220511div01.jpg\" alt=\"Irm\u00e3 Dulce\" width=\"976\" height=\"549\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Irm\u00e3 Dulce pode ser a primeira santa do Brasil<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Maria Rita de Sousa Brito Lopes dedicou a vida a ajudar as pessoas carentes e \u00e9 uma das ativistas humanit\u00e1rias mais importantes do s\u00e9culo 20.<\/p>\n<p>Ela mostrou aptid\u00e3o e desejo para essas atividades ainda pequena, aos 13 anos transformou a casa dos pais em Salvador em um centro de atendimento aos necessitados, pobres e doentes.<\/p>\n<p>Conhecida como <em>o anjo bom da Bahia,<\/em> ajudou a fundar diversas institui\u00e7\u00f5es filantr\u00f3picas, como o Hospital Santo Ant\u00f4nio. Foi indicada ao Pr\u00eamio Nobel da Paz em 1988 e beatificada em 2011.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\"><\/h2>\n<h4 class=\"story-body__crosshead\"><strong>3. Lina Bo Bardi<\/strong><\/h4>\n<figure style=\"width: 976px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"http:\/\/ichef-1.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/1597B\/production\/_93334488_maspporlinabobardi-degabrielgrespan-03.jpg\" alt=\"MASP\" width=\"976\" height=\"549\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">A convite de Assis Chateubriand, Lina Bo Bardi projetou o Masp<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nascida na It\u00e1lia e naturalizada no Brasil, Lina nasceu Achillina Bo e veio para o Brasil em 1942 para se afastar da instabilidade pol\u00edtica da Europa, que a deixava inconformada.<\/p>\n<p>Aqui, abriu caminho para as mulheres na arquitetura e foi respons\u00e1vel pelos projetos do Masp (Museu de Arte de S\u00e3o Paulo Assis Chateaubriand) e do Sesc Pompeia, entre outros pr\u00e9dios emblem\u00e1ticos.<\/p>\n<p>Estudiosa da cultura brasileira, Lina tinha um forte engajamento pol\u00edtico e acreditava que a arquitetura deveria ser simples e uma ferramenta para melhorar a vida da sociedade e dos mais pobres e criticava a ostenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Apesar da contribui\u00e7\u00e3o para a arquitetura, ela n\u00e3o teve tanto reconhecimento em vida e enfrentou muitos preconceitos por ser mulher e estrangeira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 class=\"story-body__crosshead\"><strong>4. Maria Quit\u00e9ria<\/strong><\/h4>\n<figure style=\"width: 373px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"http:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/304\/cpsprodpb\/0AE3\/production\/_95178720_domenico_failutti_-_maria_quitria.jpg\" alt=\"Maria Quit\u00e9ria\" width=\"373\" height=\"599\" data-highest-encountered-width=\"304\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Maria Quit\u00e9ria se passou por homem<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Primeira mulher a entrar nas For\u00e7as Armadas e a defender o Brasil em combate, Maria Quit\u00e9ria de Jesus Medeiros \u00e9 frequentemente comparada a Joana d&#8217;Arc. Foi uma das hero\u00ednas da Guerra da Independ\u00eancia.<\/p>\n<p>O pai dela n\u00e3o permitiu que se alistasse, mas em 1822 ela fugiu de casa, cortou os cabelos, se vestiu como homem e se juntou ao Regimento de Artilharia.<\/p>\n<p>Foi descoberta pelo pai logo depois, mas teve a perman\u00eancia na tropa defendida por um major por causa de sua disciplina e destreza com as armas. Depois do servi\u00e7o militar, foi perdoada pelo pai, se casou e teve uma filha.<\/p>\n<figure class=\"media-portrait has-caption body-narrow-width\"><\/figure>\n<figure class=\"media-portrait has-caption body-narrow-width\"><\/figure>\n<h4 class=\"story-body__crosshead\"><strong>5. Clementina de Jesus<\/strong><\/h4>\n<figure style=\"width: 976px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"http:\/\/ichef-1.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/1AF1\/production\/_95179860_clementina.jpg\" alt=\"Clementina de Jesus\" width=\"976\" height=\"549\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Clementina foi uma das sambistas mais importantes do pa\u00eds<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Uma das principais sambistas de todos os tempos, Clementina foi empregada dom\u00e9stica at\u00e9 ser descoberta e reconhecida j\u00e1 com mais de 60 anos.<\/p>\n<p>Famosa pelo repert\u00f3rio de m\u00fasicas de ra\u00edzes afro-brasileiras tradicionais, ela foi importante por registrar e divulgar cantos ancestrais dos escravos na hist\u00f3ria da m\u00fasica.<\/p>\n<p>Sua biografia, intitulada <i>Quel\u00e9 &#8211; A Voz da Cor<\/i>, foi lan\u00e7ada no ano passado.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption body-narrow-width\"><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>6. Nise da Silveira<\/strong><\/h4>\n<figure style=\"width: 304px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"http:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/304\/cpsprodpb\/11FC4\/production\/_95186637_nise.jpg\" alt=\"Nise da Silveira\" width=\"304\" height=\"304\" data-highest-encountered-width=\"304\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Nise foi ativista da luta antimanicomial<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Psiquatra brasileira e aluna de Carl Jung, Nise ficou conhecida pela contribui\u00e7\u00e3o pela luta antimanicomial e por ter implementado a terapia ocupacional e as artes no tratamento das doen\u00e7as psiqui\u00e1tricas no processo terap\u00eautico.<\/p>\n<p>Ela se formou em 1926, era a \u00fanica mulher em uma turma com 157 alunos. Chegou a ser presa durante o Estado Novo, acusada de envolvimento com o comunismo, e dividiu a cela com Olga Ben\u00e1rio, militante do movimento no Brasil.<\/p>\n<p>Nise criticou, discutiu e revolucionou o tratamento psiqui\u00e1trico e as condi\u00e7\u00f5es dos manic\u00f4mios no Brasil.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\"><\/h2>\n<h4 class=\"story-body__crosshead\"><strong>7. Zilda Arns<\/strong><\/h4>\n<figure style=\"width: 976px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"http:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/123C\/production\/_95186640_ddf3af20-2124-428f-90e9-8351bc955774.jpg\" alt=\"Zilda Arns\" width=\"976\" height=\"549\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Zilda foi uma das v\u00edtimas do terremoto que atingiu o Haiti em 2010<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Zilda foi uma m\u00e9dica pediatra e sanitarista brasileira, respons\u00e1vel pela funda\u00e7\u00e3o da Pastoral da Crian\u00e7a.<\/p>\n<p>Ela dedicou a vida \u00e0 sa\u00fade p\u00fablica com enfoque no combate \u00e0 mortalidade infantil, desnutri\u00e7\u00e3o e viol\u00eancia contra as crian\u00e7as e desenvolveu uma metodologia pr\u00f3pria para realizar os tratamentos preventivos.<\/p>\n<p>Irm\u00e3 de Dom Paulo Evaristo Arns, Zilda morreu no Haiti. Ela trabalhava em uma miss\u00e3o da Pastoral quando o pa\u00eds foi atingido por um terremoto em 2010.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption body-narrow-width\"><\/figure>\n<figure class=\"media-landscape has-caption body-narrow-width\"><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"media-caption__text\">\u00a0<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<h4 class=\"story-body__crosshead\"><strong>8. Anita Garibaldi<\/strong><\/h4>\n<figure style=\"width: 294px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"http:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/304\/cpsprodpb\/F8B4\/production\/_95186636_anita.jpg\" alt=\"Anita Garibaldi\" width=\"294\" height=\"294\" data-highest-encountered-width=\"304\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Anita foi combatente<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Uma das mulheres mais reconhecidas da hist\u00f3ria do Brasil, Anita Garibaldi \u00e9 chamada de <em>Hero\u00edna dos Dois Mundos<\/em> pela participa\u00e7\u00e3o em diversas batalhas tanto no Brasil como na It\u00e1lia ao lado do marido, Giuseppe Garibaldi.<\/p>\n<p>Anita foi muito influenciada pelos ideiais do marido. Eles foram parceiros de vida e de combate: ela aprendeu a usar armas e espadas e foi combatente na Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha e Revolta dos Curitibanos, entre outras.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption body-narrow-width\"><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>9. Tarsila do Amaral<\/strong><\/h4>\n<figure style=\"width: 304px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"http:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/304\/cpsprodpb\/146D4\/production\/_95186638_220px-tarsila_do_amaral_ca._1925.jpg\" alt=\"Tarsila do Amaral\" width=\"304\" height=\"304\" data-highest-encountered-width=\"304\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Tarsila \u00e9 expoente do modernismo<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Um dos principais nomes do modernismo brasileiro, Tarsila criou algumas das obras emblem\u00e1ticas do movimento, como o <i>Abaporu<\/i>.<\/p>\n<p>Mesmo com forma\u00e7\u00e3o s\u00f3lida em Artes Pl\u00e1sticas, nas escolas de Julian e de \u00c9mile Renard em Paris, ela enfrentou dificuldades por ser mulher.<\/p>\n<p>O primeiro marido se separou dela porque n\u00e3o concordava com a sua dedica\u00e7\u00e3o \u00e0 arte, e n\u00e3o exclusivamente \u00e0s tarefas do lar.<\/p>\n<p>Tarsila dizia querer ser a <em>pintora do Brasil<\/em> e dedicou v\u00e1rias fases de sua obra \u00e0s cores, paisagens e cultura brasileiras.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\"><\/h2>\n<h4 class=\"story-body__crosshead\"><strong>10. Chiquinha Gonzaga<\/strong><\/h4>\n<figure style=\"width: 304px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"http:\/\/ichef-1.bbci.co.uk\/news\/304\/cpsprodpb\/16DE4\/production\/_95186639_chiquinhagonzaga4.jpg\" alt=\"Chiquinha Gonzaga\" width=\"304\" height=\"304\" data-highest-encountered-width=\"304\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Chiquinha era uma ativista social e pol\u00edtica<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A trajet\u00f3ria de Chiquinha Gonzaga \u00e9 refer\u00eancia tanto para a m\u00fasica brasileira como para a conquista dos direitos da mulher.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption body-narrow-width\"><\/figure>\n<p>Ela come\u00e7ou a carreira ainda na \u00e9poca do Segundo Reinado e, embora tocasse os ritmos populares \u00e0 \u00e9poca, como valsas e polcas, tamb\u00e9m se dedicou a conhecer e divulgar os ritmos brasileiros. Foi autora de uma das primeiras marchinhas: <i>\u00d3 Abre Alas<\/i>.<\/p>\n<p>Casou-se aos 16 anos e aos 18 decidiu abandonar o marido, que n\u00e3o concordava com sua atividade musical. Ficou conhecida pela milit\u00e2ncia pol\u00edtica e foi ativista de grandes causas sociais, especialmente a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m foi a fundadora da primeira institui\u00e7\u00e3o arrecadadora e protetora dos direitos autorais no pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte:<\/p>\n<p>BBC Brasil<\/p>\n<p>www.bbc.com\/portuguese\/salasocial-39295084<\/p>\n<div class=\"share share--lightweight  show ghost-column\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A hist\u00f3ria de Emmy Noether, matem\u00e1tica alem\u00e3 que desafiou as universidades em 1903 para cursar o ensino superior e que foi citada por Albert Einstein como genial por sua contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 F\u00edsica, inspirou leitores de todo mundo. &nbsp; &nbsp; Ap\u00f3s a reportagem ser citada no boletim de not\u00edcias ao vivo que a BBC Brasil transmite [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-3224","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3224","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3224"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3224\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3225,"href":"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3224\/revisions\/3225"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3224"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3224"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3224"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}