{"id":10456,"date":"2023-10-04T13:41:35","date_gmt":"2023-10-04T16:41:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/?p=10456"},"modified":"2023-10-04T13:41:35","modified_gmt":"2023-10-04T16:41:35","slug":"depressao-pos-parto-acomete-25-das-maes-brasileiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/arquivos\/10456","title":{"rendered":"Depress\u00e3o p\u00f3s-parto acomete 25% das m\u00e3es brasileiras"},"content":{"rendered":"<h3>Especialistas comentam dados de uma pesquisa brit\u00e2nica, segundo a qual uma em cada dez mulheres apresenta dificuldades em criar v\u00ednculos com seus beb\u00eas, uma realidade tamb\u00e9m presente no Brasil.<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_10457\" aria-describedby=\"caption-attachment-10457\" style=\"width: 617px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/depressao_pos-parto.webp\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-10457\" src=\"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/depressao_pos-parto-300x158.webp\" alt=\"\" width=\"617\" height=\"325\" srcset=\"https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/depressao_pos-parto-300x158.webp 300w, https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/depressao_pos-parto-1024x538.webp 1024w, https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/depressao_pos-parto-768x403.webp 768w, https:\/\/www.mundiblue.com\/consultoria\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/depressao_pos-parto.webp 1200w\" sizes=\"(max-width: 617px) 100vw, 617px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-10457\" class=\"wp-caption-text\">A depress\u00e3o p\u00f3s-parto acomete cerca de 25% das m\u00e3es brasileiras no per\u00edodo de seis a 18 meses ap\u00f3s o nascimento do beb\u00ea \u2013 Foto: Freepik.<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Um recente estudo realizado pela funda\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica Parent-Infant revelou que uma em cada dez mulheres apresenta dificuldades em criar v\u00ednculos com seus beb\u00eas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"> A mesma pesquisa revelou que cerca de 73% dessas mulheres n\u00e3o recebiam orienta\u00e7\u00f5es sobre como aumentar a conex\u00e3o afetiva nessas rela\u00e7\u00f5es, contando apenas com um simples direcionamento para tentarem se ligar emocionalmente com as crian\u00e7as como forma de promo\u00e7\u00e3o de um desenvolvimento saud\u00e1vel para o beb\u00ea.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Os dados da pesquisa se aproximam de uma realidade marcante no Brasil: a depress\u00e3o p\u00f3s-parto. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Atualmente, ela acomete cerca de 25% das m\u00e3es brasileiras no per\u00edodo de seis a 18 meses ap\u00f3s o nascimento do beb\u00ea.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"> Jacqueline Isaac Machado Brigag\u00e3o, docente de Obstetr\u00edcia da Escola de Artes, Ci\u00eancias e Humanidades (EACH) da USP, explica que \u00e9 essencial diferenciar a depress\u00e3o do<i> baby blues<\/i> para a compreens\u00e3o da tem\u00e1tica.\u00a0<\/span><\/p>\n<h4><span style=\"text-decoration: underline; color: #000000;\"><b>Depress\u00e3o perinatal\u00a0<\/b><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Em primeiro lugar, a especialista explica que, atualmente, o termo <em>depress\u00e3o perinatal<\/em> \u00e9 mais utilizado para a defini\u00e7\u00e3o dessa condi\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que existem alguns estudos que demonstram que, em muitos casos, os sintomas est\u00e3o presentes desde a gesta\u00e7\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong>&#8220;\u00c9 um cuidado que as empresas devem ter com a sa\u00fade de suas gestantes.&#8221; Sil\u00e2nia Costa, Enfermeira do trabalho.<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">A distin\u00e7\u00e3o entre a depress\u00e3o perinatal e o <i>baby blues<\/i> tamb\u00e9m \u00e9 essencial; Jacqueline comenta que durante a gravidez, a mulher passa por muitas mudan\u00e7as hormonais, f\u00edsicas, emocionais e sociais. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">O parto tamb\u00e9m envolve um esfor\u00e7o fisiol\u00f3gico e ps\u00edquico intenso, ent\u00e3o \u00e9 comum que a mulher experimente emo\u00e7\u00f5es variadas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">*Assim, a mistura entre um sentimento de tristeza e cansa\u00e7o, <em>denominado de baby blues <\/em>\u2014 \u00e9 comum, n\u00e3o patol\u00f3gico e pode durar at\u00e9 duas semanas. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Se essa situa\u00e7\u00e3o se estender por um per\u00edodo maior, a especialista explica que \u00e9 prov\u00e1vel que o caso seja identificado como depress\u00e3o p\u00f3s-parto. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Os principais sintomas dessa condi\u00e7\u00e3o s\u00e3o: <\/span><\/p>\n<ul>\n<li><span style=\"color: #000000;\">ansiedade, <\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #000000;\">dificuldades nas rela\u00e7\u00f5es com o beb\u00ea, <\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #000000;\">sentimentos de inutilidade e culpa, <\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #000000;\">ins\u00f4nia ou excesso de sono, <\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #000000;\">lentid\u00e3o no jeito de agir, <\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #000000;\">agita\u00e7\u00e3o incomum, <\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #000000;\">pensamentos recorrentes de morte, <\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #000000;\">entre outros. <\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong>\u201c\u00c9 importante a gente pensar que esses sintomas n\u00e3o precisam estar todos presentes para que haja um diagn\u00f3stico\u201d, adiciona.<\/strong><\/span><\/p>\n<h4><span style=\"text-decoration: underline; color: #000000;\">Romantiza\u00e7\u00e3o\u00a0<\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Entre os diferentes fatores que colaboram para a complica\u00e7\u00e3o da sa\u00fade mental materna, a romantiza\u00e7\u00e3o em excesso da maternidade parece ser um dos que apresentam rela\u00e7\u00e3o direta com o desenvolvimento de alguns transtornos psicol\u00f3gicos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"> Renata Pereira de Felipe, pesquisadora do Instituto de Psicologia da USP, comenta que as mulheres s\u00e3o socializadas desde cedo para cuidar.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong> \u201cH\u00e1 uma romantiza\u00e7\u00e3o da gravidez, do parto, do puerp\u00e9rio e mesmo da cria\u00e7\u00e3o de uma crian\u00e7a, onde se vende a ideia de que esses acontecimentos envolvem muita felicidade para todas as partes envolvidas, principalmente para a m\u00e3e\u201d, explica a especialista.<\/strong><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_655566\" class=\"wp-caption alignright\" aria-describedby=\"caption-attachment-655566\"><figcaption id=\"caption-attachment-655566\" class=\"wp-caption-text\"><\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Renata refor\u00e7a ainda que \u00e9 preciso lembrar que esse momento \u00e9 um per\u00edodo do ciclo vital feminino que, por ser muito sens\u00edvel, pode estar associado ao surgimento de problemas emocionais nos pais principalmente nas mulheres.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"> A maternidade compuls\u00f3ria \u00e9 outra tem\u00e1tica importante associada \u00e0 quest\u00e3o: <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong>\u201cHoje em dia, 37% das mulheres n\u00e3o desejam ser m\u00e3e, de acordo com o estudo feito por Daniele Fontoura e Valeska Zanello publicado em 2022. As raz\u00f5es para a n\u00e3o maternidade v\u00e3o desde o n\u00e3o desejo de mudan\u00e7as corporais e poss\u00edveis riscos no parto at\u00e9 quest\u00f5es mais existenciais como a necessidade de liberdade, solid\u00e3o e de ter tempo para si mesma\u201d, discorre Renata.<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Para a mudan\u00e7a das condi\u00e7\u00f5es atuais, repensar o tipo de socializa\u00e7\u00e3o que reduz \u00e0s mulheres a fun\u00e7\u00e3o de cuidado parece ser essencial. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">\u00c9 tamb\u00e9m importante a compreens\u00e3o de que a constru\u00e7\u00e3o de v\u00ednculos entre m\u00e3e e beb\u00ea n\u00e3o pode ser feita da noite para o dia, com base em algum manual ou f\u00f3rmula m\u00e1gica, assim, compreender esse processo pode tornar o caminho mais f\u00e1cil tanto para a m\u00e3e como para a crian\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong> \u201cO que a gente observa na pr\u00e1tica e nas pesquisas \u00e9 que, se a m\u00e3e tem uma boa rede de suporte nestes primeiros meses de vida do beb\u00ea, os v\u00ednculos entre ela e ele s\u00e3o facilitados\u201d, declara Jacqueline Brigag\u00e3o.<\/strong><\/span><\/p>\n<h4><span style=\"text-decoration: underline; color: #000000;\"><b>Acompanhamento psicol\u00f3gico\u00a0<\/b><\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Segundo a obstetra, a melhor ajuda que pode ser oferecida para as m\u00e3es de rec\u00e9m-nascidos \u00e9 garantir que elas tenham uma rede de apoio. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Sendo tamb\u00e9m\u00a0 fundamental que os profissionais de sa\u00fade estejam atentos e possam identificar os primeiros sinais de depress\u00e3o perinatal para que uma avalia\u00e7\u00e3o com profissional especializado possa ser realizada.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Renata Pereira explica ainda que, para o tratamento da depress\u00e3o perinatal, indicam-se os mesmos m\u00e9todos empregados no tratamento de depress\u00f5es gerais correntes em outros per\u00edodos do ciclo feminino, tais como acompanhamento psicoter\u00e1pico ou psiquiatra. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong>\u201cO acompanhamento psicol\u00f3gico e psiqui\u00e1trico \u00e9 fundamental para auxiliar mulheres com depress\u00e3o p\u00f3s-parto e sem depress\u00e3o p\u00f3s-parto, mesmo quando n\u00e3o h\u00e1 uma queixa espec\u00edfica quanto ao melhor tipo de apoio. Al\u00e9m do apoio psicol\u00f3gico especializado, o apoio social vindo dos parceiros \u2014 m\u00e3es, amigos e parentes e a pr\u00f3pria empresa onde ela trabalha \u00e9 fundamental para que essas mulheres se sintam acolhidas\u201d, declara.\u00a0<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Por isso, uma escuta ativa, individualizada, sem julgamentos morais de como uma m\u00e3e deve se comportar e desprovida de compara\u00e7\u00f5es \u00e9 muito necess\u00e1ria. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong>\u201cSe algu\u00e9m em sofrimento, seja essa pessoa qual for, te procura, o conselho geralmente \u00e9 que inicialmente voc\u00ea escute essa pessoa\u201d, fala Renata e Sil\u00e2nia Costa.<\/strong><\/span><\/p>\n<h4><span style=\"text-decoration: underline; color: #000000;\">V\u00ednculos\u00a0<\/span><\/h4>\n<p><span style=\"color: #000000;\">A compreens\u00e3o de que a cria\u00e7\u00e3o de v\u00ednculos com o beb\u00ea \u00e9 um processo tamb\u00e9m \u00e9 essencial para o entendimento acerca da tem\u00e1tica. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">A pesquisadora explica que n\u00e3o h\u00e1 uma forma de garantir que essa conex\u00e3o seja criada, contudo, existem algumas interven\u00e7\u00f5es que podem ser feitas para melhorar essa rela\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong>\u201c\u00c9 importante lembrar que a maioria da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o tem acesso, tempo e recursos para buscar um tratamento psicol\u00f3gico\/psiqui\u00e1trico ou a buscar um tipo de interven\u00e7\u00e3o espec\u00edfica, por isso, \u00e9 importante que a gente sempre pense e estude em quais vereadores, deputados estaduais e federais, senadores e presidentes n\u00f3s votamos. Aqui eu fa\u00e7o um apelo para que a gente vote sempre em pol\u00edticos comprometidos com o tema da sa\u00fade materna e infantil, para que certos tipos de acolhimento cheguem ao maior n\u00famero de pessoas que precisam\u201d, finaliza Renata.<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Jacqueline explica que tanto o governo federal quanto os governos subnacionais, estados e munic\u00edpios, devem desenhar e implementar pol\u00edticas p\u00fablicas que focalizem a sa\u00fade mental materna.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"> Segundo a professora, \u00e0s vezes a gente tem leis muito bonitas no papel que n\u00e3o se concretizam em a\u00e7\u00f5es no cotidiano. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Por isso, a import\u00e2ncia de enfatizar e implementar, para que estas leis se transformem em servi\u00e7os e em a\u00e7\u00f5es concretas no dia a dia. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Para a especialista, as pol\u00edticas p\u00fablicas podem abranger tr\u00eas dimens\u00f5es diferentes: <\/span><\/p>\n<ul>\n<li><span style=\"color: #000000;\">a primeira seria a promo\u00e7\u00e3o do investimento em campanhas de educa\u00e7\u00e3o para desmistificar esse tema e conscientizar a popula\u00e7\u00e3o geral; <\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #000000;\">a segunda seria a garantia de que todas as mulheres no pr\u00e9-natal e no p\u00f3s-parto tenham acesso \u00e0s informa\u00e7\u00f5es e orienta\u00e7\u00f5es sobre a depress\u00e3o; <\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #000000;\">e, por fim, a garantia de tratamento no Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) de um modo organizado e acess\u00edvel. <\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Faz-se tamb\u00e9m importante a notifica\u00e7\u00e3o dos casos atendidos para que a presen\u00e7a de n\u00fameros confi\u00e1veis sobre quantos casos ocorrem todos os anos no Brasil sejam estudados pelos especialistas.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Fonte:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Jacqueline Isaac Machado Brigag\u00e3o, docente de Obstetr\u00edcia da Escola de Artes, Ci\u00eancias e Humanidades (EACH) da USP.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Renata Pereira de Felipe, Psic\u00f3loga.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Sil\u00e2nia Costa, Enfermeira do trabalho.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Jornal da USP.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Especialistas comentam dados de uma pesquisa brit\u00e2nica, segundo a qual uma em cada dez mulheres apresenta dificuldades em criar v\u00ednculos com seus beb\u00eas, uma realidade tamb\u00e9m presente no Brasil. &nbsp; &nbsp; Um recente estudo realizado pela funda\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica Parent-Infant revelou que uma em cada dez mulheres apresenta dificuldades em criar v\u00ednculos com seus beb\u00eas. 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